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Sexta-feira, 15 de Julho de 2011
Quinta-feira, 9 de Junho de 2011
Revista Defacto: sobre o coração
Recentemente (em Maio de 2011) foi publicada a revista Defacto da Escola Secundária Alberto Sampaio. A edição da revista deste ano, referente ao número 19, é dedicada ao “coração”.
Vale a pena ler o editorial assinado pelos professores Amadeu Santos e José Miguel Braga:
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Sábado, 9 de Abril de 2011
Filosofia da Religião
"Podemos compreender melhor o que é a filosofia da religião começando pelo que não é. Em primeiro lugar, não se pode confundir a filosofia da religião com o estudo da história das principais religiões de acordo com as quais os seres humanos têm vivido. (...) Em segundo lugar, não se pode confundir a filosofia da religião com a teologia. (...) A filosofia da religião, ao contrário da teologia, não é fundamentalmente uma disciplina interior à religião, mas uma disciplina que estuda a religião de um ponto de vista abrangente. (...)
Podemos caracterizar melhor a filosofia da religião como o exame crítico das crenças e dos conceitos religiosos fundamentais. A filosofia da religião examina criticamente conceitos religiosos fundamentais como o conceito de Deus, o conceito de fé, a noção de milagre e a ideia de omnipotência. (...)
A filosofia da religião examina criticamente as crenças religiosas fundamentais: a crença que Deus existe, de que há vida depois da morte, de que Deus sabe, mesmo antes de nascermos, o que iremos fazer, de que a existência do mal é de algum modo consistente com o amor de Deus pelas suas criaturas. Examinar criticamente uma crença religiosa envolve explicar a crença e examinar as razões que têm sido apresentadas a favor e contra a crença, tendo em vista determinar se há ou não qualquer justificação racional para afirmar que essa crença é verdadeira ou falsa".
Fonte: livro Introdução à Filosofia da Religião, de William L. Rowe. Tradução de Vítor Guerreiro. Lisboa: Verbo, 2011, pp.15-17.
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Terça-feira, 1 de Março de 2011
Palestra: A Acção Humana e a Sexualidade
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Filosofia no Ensino Secundário
9º Encontro Nacional de Professores de Filosofia
A Sociedade Portuguesa de Filosofia, em parceria com o Departamento de Filosofia da Universidade do Minho e com o apoio do Centro de Estudos Humanísticos da mesma universidade, organiza este ano a 9.ª Edição dos Encontros Nacionais de Professores de Filosofia. O encontro deste ano realizar-se-á nos dias 9 e 10 de Setembro, em Braga, e contará com o Prof. Simon Blackburn (Oxford) como orador internacional.
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Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011
Novo livro: Sexualidade e Educação para a Felicidade
Foi recentemente publicado, pela faculdade de filosofia (UCP), o livro “Sexualidade e Educação para a felicidade”. O principal objectivo desta publicação consiste em repensar, no contexto actual, os modos de inscrição da sexualidade no ser e no agir do humano: no corpo, nos sentimentos, nas relações interpessoais, na visão do mundo e da vida, no projecto de formação para a felicidade.
É um livro constituído por 22 artigos, escritos por diversos autores, como por exemplo: o psiquiatra Enrique Rojas, o psicólogo Eduardo Sá, o teólogo e poeta José Tolentino Mendonça, entre outros…
Entre as páginas 105 e 117 encontra-se também um artigo escrito por mim; deixo aqui o abstract:
“This article deals with the philosophical anthropology of Martin Buber in order to explore the importance of the dialogical way of thinking for the development of a sexual ethics. A the center of Martin Buber's philosophical anthropology is the idea that the human being is intrinsically relational, so that the I-Thou encounter becomes truly foundational in the process of understanding human existence. After all, it is in and through the experience of Encounter that we truly become what we are: persons. Hence the goal of this article: to demonstrate that human sexuality receives its meaning from the I-Thou relationship and is oriented towards an authentic communion of the persons. Moreover, we also intend to present Sexual Education as something much beyond mere instruction about biological facts and, thus, as something to be centered upon an understanding of inter-personal love. Indeed, it is only in and through love that the human being truly becomes self, whereby at the center of the process remain values like dialogue and fidelity, love and responsibility”.
Keywords: Encounter, I‑Thou, Love, Martin Buber, Philosophical Anthropology, Sexual Ethics, Values.
Referência bibliográfica:
Faria, Domingos (2010) "Encontro personalizante e sexualidade: Uma perspectiva buberiana". In Gonçalves, Miguel et al. (orgs.) Sexualidade e educação para a felicidade. Braga: Ed. Aletheia – Associação Científica e Cultural, pp. 105-117.
Para encomendar livro: aletheiafacfil@braga.ucp.pt
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Segunda-feira, 29 de Novembro de 2010
Do Multiculturalismo ao Diálogo Intercultural: Uma Perspectiva Tayloriana
Resumo da minha comunicação no Colóquio Internacional “CULTURA PORTUGUESA – INTERCULTURALIDADE E LUSOFONIA”, no dia 3 de Dezembro de 2010, às 15h00, na Sala - Pavilhão 1 da Faculdade de Filosofia da UCP (Braga):
A constatação cada vez maior de sociedades (como a nossa portuguesa) com a presença do fenómeno da multiculturalidade, em que diversas culturas heterogéneas tentam habitar o mesmo espaço comum, leva-nos a algumas questões, como por exemplo: Que políticas adoptar perante estas sociedades cada vez mais constituídas por uma enorme diversidade de grupos e de culturas? Como agir perante uma sociedade multicultural? Diversos pensadores, como Will Kymlicka, Charles Taylor ou Iris Marion Young, tentaram (e ainda tentam) responder a estas questões.
No âmbito da nossa comunicação vamos abordar, a partir das nossas interpretações e reflexões, a resposta de Taylor. Deste modo, vamos sondar com acuidade a importância do «reconhecimento» que emerge como fundamental para os desafios do multiculturalismo, bem como procederemos à análise de toda uma série de conceitos, como: o ideal de autenticidade; a dimensão dialógica constituinte da identidade da pessoa e da sociedade; a complementaridade entre a política da igual dignidade e a política de diferença; o verdadeiro reconhecimento que acontece numa «fusão de horizontes»; entre outros...
Ao longo da nossa comunicação argumentaremos que a proposta de Taylor é mais exigente que meras políticas multiculturalistas que possibilitam a sobrevivência de culturas, mesmo a partir de uma coexistência atomística, separada e justaposta (que convém proteger dos outros). Taylor preocupa-se mais com identidades culturais autenticamente reconhecidas. Este verdadeiro reconhecimento emerge a partir do diálogo e de um horizonte fundido de critérios, onde cada cultura é respeitada na sua autenticidade (mas sem se cair em perigosos relativismos culturais) e onde também existe aprendizagem e transformação mútua para uma vivência comum em harmonia. Passa-se, assim, de uma mera coexistência de culturas (multiculturalismo) para um diálogo, encontro e inter-acção cultural.
Após percorrermos o itinerário em que tentamos abordar de forma sistemática a concepção filosófica de Taylor acerca do multiculturalismo, ou mais propriamente do alento à interculturalidade, vamos avaliar criticamente até que ponto a resposta de Taylor às perguntas iniciais é satisfatória. Assim, terminaremos a nossa comunicação realçando pessoalmente os pontos mais fortes da teoria de Taylor, como também salientando os limites que esta teoria apresenta para nós.
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Quinta-feira, 18 de Novembro de 2010
Dia Internacional da Filosofia na ESAS
Na Escola Secundária Alberto Sampaio, no dia internacional da filosofia (18 de Novembro de 2010), houve uma palestra do filósofo J. M. Curado subordinada ao tema “Platão, Alegoria da Caverna e a Mão que vem de Fora”.
Vamos seguidamente expor as principais linhas da sua reflexão, nomeadamente os aspectos que consideramos mais pertinentes. Fazemos notar que todos os possíveis erros de interpretação ou de infidelidade à mensagem da palestra são da nossa responsabilidade.
Começou-se por fazer notar que a Alegoria da Caverna é uma das páginas mais famosas da filosofia, e que comummente tem sido interpretada à luz do nosso mundo; mais precisamente constitui uma resposta ao seguinte problema: como é o nosso mundo ou a realidade? No entanto, a actividade de qualquer filósofo deve ser pensar sempre de novo; e, é a tarefa de re-pensar a Alegoria da Caverna que J. M. Curado nos sugere. Neste re-pensar podemos passar por três estádios: [1] atendendo à palavra “caverna”; [2] a “caverna” que tem a ver com nós mesmos; e [3] a mão que vem de fora (um “alguém” que puxa as pessoas para fora da caverna).
Analisando o primeiro estádio, J. M. Curado salientou que a Alegoria da Caverna normalmente serve para pensar a condição humana. Porém, existem outros aspectos a considerar. Por exemplo, todos os santuários gregos tinham uma gruta (caverna artificial) onde todos eram iniciados nos mistérios; este estar na caverna significava entrar no outro mundo. Assim, poderia acontecer que Platão não tivesse a escrever uma alegoria (ou algo metafórico da condição ou realidade humana), mas sim algo real que acontecia nas grutas dos santuários gregos. Então, qual será a melhor interpretação da Alegoria da Caverna? Será necessário pensar melhor sobre isto! Mas, vamos para outra questão: o que acontece se alguém estiver numa caverna ou numa gruta “a não fazer nada”? Este “não fazer absolutamente nada” dentro da gruta altera significativamente o comportamento das pessoas, principalmente o estado da consciência. Existe uma espécie de medo de estar dentro da gruta a não fazer nada (algo que foi experienciado com estudantes universitários, o que os levou a ter alucinações e alterações da consciência). Voltando às cavernas gregas, estas eram sítios para profetizar, para alterar o estado da consciência, para ir ao além e ver o além, para se iniciarem as pessoas nos mistérios sagrados. J. M. Curado advogou que a interpretação, do livro VII de Platão, como uma alegoria, e não de uma forma literal, deveu-se essencialmente ao cristianismo, em que se começou a interpretar a gruta como uma metáfora (pois, para o cristianismo a gruta tinha conotações muito negativas).
Para além disso, num segundo estádio deste re-pensar J. M. Curado levou-nos a interrogar: se procedermos a uma actualização da mensagem platónica, terá ela algo a ver connosco? Constatamos que hoje em dia nos sentimos limitados; somos mais cépticos, movemo-nos com mais dificuldade nas nossas certezas, deparamo-nos com limites do nosso conhecer; em suma, nós chocamos com as paredes da nossa caverna, pois, sabemos muito pouco sobre o nosso mundo, sobre a realidade, e a nossa capacidade de conhecer é extremamente limitada – Assim, estamos muito limitados tal como os seres de Platão dentro da caverna. Portanto, Platão ao falar dos limites da caverna também poderia estar a referir-se aos nossos próprios limites, e à diferença entre o que conhecemos e o que não conhecemos, entre conhecimento vs ignorância. Nesta linha de interpretação, as pessoas que estão dentro da caverna são “nós mesmos” (com os mesmos universais humanos e estruturas da realidade). Daqui podem emergir algumas questões: Porque parece que vivemos dentro da caverna? Qual é o tamanho da nossa caverna? Resposta: A caverna onde vivemos é o limite do nosso conhecimento. Mas, porque estamos dentro de um sistema, caverna, que limita o nosso conhecimento? Analisando melhor, percepcionamos que a mente humana é um pequeno mundo (em que tem compressão algorítmica, que resume os dados observados, que resume e simplifica o mundo, etc). Igualmente a mente humana tem uma capacidade de ser regional ou paroquial, em que atende ao que se passa no nosso ambiente mais imediato. Concomitantemente, para conhecermos algo não precisamos de conhecer tudo. Então, voltamos a formular: porque as pessoas de Platão vivem numa caverna? Porque conhecemos sempre de forma local, paroquial, limitada (sempre susceptível a revisões); e não conhecemos o infinito ou tudo de uma forma absolutamente certa sem margem para a mínima dúvida. Assim somos pessoas muito limitadas, em que transportamos uma “caverna” dentro das nossas cabeças. Para além da constatação destes dados, a nossa mente ou “caverna” é bastante complexa onde tem, por exemplo, muitos paradoxos lógicos e com processos cognitivos bastante lentos. É claro que a nossa mente e inteligência poderia ser muito mais simples (aliás, Platão poderia pensar numa caverna bastante mais simples); porém, nós não somos assim tão simples. Temos uma vida complexa dentro da caverna (uma vida de trabalho, estudo, alegrias, tristezas, amizades, etc), mas não deixa de ser uma vida muito limitada.
Por fim, no último estádio, J. M. Curado reflectiu sobre uma mão que vem de fora. Mas, qual é esta mão? Esta mão é “alguém” que vem de fora e auxilia a pessoa que está “lá dentro” para se libertar. Mas, quem é este “alguém”? É alguém que já se libertou da caverna; mas, quem será este primeiro que se libertou a si próprio? Não se encontrou resposta para esta questão.
Apesar disso, vimos nesta palestra como podemos hoje interpretar a caverna e os limites do nosso conhecimento. A caverna é maior do que pensamos e a nossa vida está dentro da caverna (aliás, é dentro da caverna que recebemos presentes, namoramos, estabelecemos amizades, trabalhamos, estudamos, nos divertimos – acaba por ser até algo de bom). Então perguntemos a Platão: porque é que devemos sair da caverna se é bom viver na caverna? Valerá a pena sair da caverna? Fica a questão...
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Segunda-feira, 4 de Outubro de 2010
Família e Escola: educar pelo exemplo
A Faculdade de Filosofia de Braga organiza, no dia 9 de Outubro, as III Jornadas de Pedagogia subordinadas ao tema «Família e Escola: educar pelo exemplo»
Programa:
08h45 - Abertura do Secretariado
09h15 - Sessão de Boas-vindas - Alfredo Dinis (Director da Faculdade de Filosofia do Centro Regional de Braga) e Breve apresentação das Jornadas - José Manuel Martins Lopes
09h30 - D. Carlos Azevedo - Universidade Católica Portuguesa
Papel da exemplaridade na evolução da identidade espiritual cristã
10h30 - Intervalo
10h45 - General Raul Jorge Laginha Gonçalves Passos - Colégio Militar
A liderança no contexto escolar
11h45 - Intervalo
12h00 - Alfonso López Quintás - Universidad Complutense - Madrid
Un nuevo proyecto educativo: Ayudar a descubrir los valores
13h00 - Almoço
14h30 - Valdemar Cruz - Jornal Expresso
Vidas significantes
15h30 - Intervalo
15h45 - Pedro Strecht - Psiquiatra
A Criança, a Família e a Sociedade: Aprender Hoje, Novos Riscos, Novos
Desafios.
16h45 - Encerramento - Pio Alves de Sousa (Presidente do Centro Regional de Braga)
17h00 - Fim dos trabalhos
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Sábado, 11 de Setembro de 2010
A Ética da Crença
No site da Editorial Bizâncio já podemos ver que foi publicado um interessante livro com ensaios sobre filosofia e epistemologia da religião organizado por Desidério Murcho. Certamente um livro que vale a pena ler e estudar...

Título: A Ética da Crença
Autor(es):Clifford, W. K.
James, William
Plantinga, Alvin
Murcho, Desidério
Pág.: 208
Número: 7
ISBN: 978-972-53-0458
Ano: 2010
Preço de Capa: €12.5
Preço Online: €11.25
Muitos descrentes pensam que há algo de errado em crer em Deus sem provas; muitos crentes pensam que não há nada de errado. Quem tem razão? Este é o problema central de uma área importante da filosofia da religião chamada «ética da crença». Este livro apresenta três textos sobre o tema: os clássicos de W. K. Clifford e de William James, que deram origem à discussão actual, e um texto de Alvin Plantinga, um dos mais importantes filósofos da religião. O quarto texto, do organizador, fornece os instrumentos necessários para que forme a sua própria opinião, assim como uma análise do conceito de fé. De máximo interesse para professores e para estudantes de Filosofia, e também de Religião, este livro é de leitura obrigatória para qualquer pessoa interessada em reflectir cuidadosamente sobre a crença religiosa.
Podem ver aqui algumas partes deste livro:
A Ética da Crença

Título: A Ética da Crença
Autor(es):Clifford, W. K.
James, William
Plantinga, Alvin
Murcho, Desidério
Pág.: 208
Número: 7
ISBN: 978-972-53-0458
Ano: 2010
Preço de Capa: €12.5
Preço Online: €11.25
Muitos descrentes pensam que há algo de errado em crer em Deus sem provas; muitos crentes pensam que não há nada de errado. Quem tem razão? Este é o problema central de uma área importante da filosofia da religião chamada «ética da crença». Este livro apresenta três textos sobre o tema: os clássicos de W. K. Clifford e de William James, que deram origem à discussão actual, e um texto de Alvin Plantinga, um dos mais importantes filósofos da religião. O quarto texto, do organizador, fornece os instrumentos necessários para que forme a sua própria opinião, assim como uma análise do conceito de fé. De máximo interesse para professores e para estudantes de Filosofia, e também de Religião, este livro é de leitura obrigatória para qualquer pessoa interessada em reflectir cuidadosamente sobre a crença religiosa.
Podem ver aqui algumas partes deste livro:
A Ética da Crença
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Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010
Interculturalidade e Lusofonia: Colóquio Internacional
A pergunta sobre o sentido da cultura, e da cultura portuguesa em particular, faz parte da nossa vida quotidiana e de áreas significativas da nossa investigação. O convívio com outras culturas foi particularmente intenso no processo histórico peninsular, numa relação de profunda simbiose no período medieval, e intensificado com a diversidade de povos e de culturas que os descobrimentos proporcionaram a partir da época renascentista. A criação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa e o movimento da lusofonia continuam a manter vivo esse espírito da nossa cultura, a partir da partilha de identidade linguística, a língua portuguesa.
A convivência multicultural, que é cada vez mais um elemento integrante da sociedade de hoje, vem reforçar a consciência dessa vocação histórica da cultura portuguesa. Nessa convivência, a presença entre nós de pessoas, grupos e comunidades lusófonas de outras nacionalidades representa também um desafio à compreensão e ao acolhimento de identidades culturais que não têm sido objecto da atenção e da entreajuda de integração que lhes é devida. Os estudos recentes sobre interculturalidade e multiculturalidade oferecem um importante contributo para o aprofundamento dessa dimensão da cultura portuguesa.
É objectivo do Colóquio estimular a reflexão e o debate sobre o sentido e a actualidade da dimensão intercultural da cultura portuguesa, enquanto expressão e vivência de reconhecimento e de compreensão profunda do outro, e, simultaneamente, de afirmação da identidade de cada um dos interlocutores. O confronto com experiências actuais de reflexão, sobre outras situações de raízes culturais múltiplas e de convivência multicultural, contribuirá para aprofundar esse mesmo objectivo, numa dimensão de universalismo e de globalização. Nesse sentido se insere o cariz interdisciplinar do Colóquio, com o convite à participação e intervenção das diversas áreas científicas que convergem para os mesmos centros de interesse e de investigação.
A comemoração de um século de vida nacional, sob a bandeira de uma democracia com propósitos renovadores, e que passou por várias fases, constitui redobrada motivação para uma participação activa e empenhada no debate dos temas que serão apresentados. Será dado particular relevo ao sentido de renovação cultural que a publicação da revista A Águia representou, a partir de Dezembro de 1910, e com o projecto cultural que o movimento da Renascença Portuguesa lhe conferiu.
Colóquio Internacional - cultura portuguesa / interculturalidade e lusofonia - FacFil UCP, 02 e 03 de Dezembro de 2010
Ver mais informações »
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Terça-feira, 30 de Março de 2010
Convite – Apresentação do livro
O autor, Domingos Faria, e o NEFILUM, têm a honra de convidar V. Ex. a assistir à apresentação do livro de ensaios filosóficos “ENCONTRO DE AMOR”, a ser efectuada pelo Dr. José Marques Fernandes, no próximo dia 12 de Abril, pelas 17h00, na Livraria Almedina, no campus da UM, em Braga.
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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009
(LIVRO) Encontro de Amor: Ensaios de Filosofia
Encontro de Amor: Ensaios de Filosofia
de Domingos Faria
Este livro reúne um conjunto de ensaios filosóficos com a temática global do Amor. O nosso objectivo principal é facultar um pensamento filosófico rigoroso, uma forma de questionamento, que possibilite momentos de reflexão sobre a vida, a fim de cada um se nutrir de uma existência reflectida e com sentido.
Neste livro são apresentados textos que abordam questões antropológicas fundamentais, como: o encontro personalizante do ser humano, a importância da família no todo comunitário, a comunhão com o Tu Eterno, que procuram contribuir para esta meta de sentido e realização plena da existência humana.
Do mesmo modo, neste labor reflexivo explanamos o pensamento de vários filósofos, como: René Descartes, Immanuel Kant, Friedrich Nietzsche, Maurice Blondel, Martin Buber, Gabriel Marcel, Emanuel Lévinas, Paul Ricoeur, René Girard, John Milbank, Agustín Domingo, Alfonso López Quintás, entre outros, que nos ajudaram nesta tarefa.
Conteúdos do livro: O Encontro Personalizante do Ser Humano; O dilema de ser Família hoje; Do Supremo Legislador Moral ao Tu Eterno da Relação; A Problemática Pós-Moderna da Violência Ontológica; A Caminho de uma Acção de Amor.
O livro pode ser comprado em http://livro.domingosfaria.net ou em http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/encontro-de-amor/
FICHA TÉCNICA:
Título: Encontro de Amor - Ensaios de Filosofia
Autor: Domingos Faria (www.domingosfaria.net)
Edição do Autor
Capa: Sítio do Livro
1ª Edição
Lisboa, 2009
Impressão e acabamentos: Agapex
Depósito legal: 303288/09
ISBN: 978-989-20-1835-5
Publicação e Comercialização
Sítio do Livro, Lda.
Lg. Machado de Assis, lote 2 - C
1700-116 Lisboa
http://www.sitiodolivro.pt/pt/livro/encontro-de-amor/
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Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
Colóquio Nacional da APEFP
A APEFP realiza dia 12 de Dezembro, na Faculdade de Filosofia (Braga),o seu I Colóquio Nacional subordinado ao tema: Ética, Cultura e Filosofia Prática onde estarão presentes destacados representantes destas áreas a nível nacional e internacional.
A APEFP é já a maior Associação de Filosofia Prática em Portugal e uma das maiores da Península Ibérica. Este Colóquio que comemorará o 1º ano de existência da Associação será assim um marco importante para um crescimento e uma afirmação de vitalidade da APEFP.
Programa discriminado em www.coloquioapefp.blogspot.com
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Quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
Porquê Deus se temos a ciência?
PORQUÊ DEUS SE TEMOS A CIÊNCIA?
MANUEL CURADO (Org.) (Outubro de 2009)
CONTRACAPA:
"Deus não se vai embora. Todas as pessoas mais cedo ou mais tarde têm de ter uma posição sobre a existência de Deus. Não se conhece nenhuma sociedade que não tenha crenças e comportamentos religiosos. Estes dois factos são extraordinários. Se existissem excepções, a vida humana seria radicalmente diferente. Pensemos em indivíduos hipotéticos que vivessem toda uma vida sem se questionarem sobre a existência de uma entidade criadora do que existe ou a fonte do sentido para a existência do homem e do mundo. Este é um exercício difícil porque não reconhecemos traços de humanidade nesses indivíduos hipotéticos. Talvez algumas pessoas tenham sido e sejam assim. Talvez. É justo, contudo, afirmar a seu respeito que lhes falta algo, como se a grandeza da condição humana passasse obrigatoriamente por uma relação pessoal com a questão de Deus. O mesmo poderia ser afirmado a respeito de uma sociedade que não tivesse crenças religiosas, comportamentos abertamente religiosos e em que ninguém apelasse ao religioso. A imaginação de uma sociedade deste tipo é ainda mais violenta porque ainda mais improvável. Seja como for, a relação entre os seres humanos e o religioso é inesgotável. O presente volume procura compreender alguns dos aspectos dessa relação. ...
Estamos perante um choque de titãs. A explicação religiosa da realidade não parece admitir a explicação científica, e vice-versa. Deriva isto de vivermos num mundo que só tem uma verdade? Deriva isto das limitações das estruturas cognitivas dos seres humanos? Deriva isto do estado de conhecimento científico que alcançámos? Ninguém tem ainda a certeza de como responder a estas questões. Não sabemos se a aparente incompatibilidade entre a Religião e a Ciência é circunstancial ou constitutiva. O debate está aberto e, tanto quanto pode ser percebido, está para durar."
http://www.fronteiradocaoseditores.pt/rpensamento.php
Estamos perante um choque de titãs. A explicação religiosa da realidade não parece admitir a explicação científica, e vice-versa. Deriva isto de vivermos num mundo que só tem uma verdade? Deriva isto das limitações das estruturas cognitivas dos seres humanos? Deriva isto do estado de conhecimento científico que alcançámos? Ninguém tem ainda a certeza de como responder a estas questões. Não sabemos se a aparente incompatibilidade entre a Religião e a Ciência é circunstancial ou constitutiva. O debate está aberto e, tanto quanto pode ser percebido, está para durar."
http://www.fronteiradocaoseditores.pt/rpensamento.php
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Segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
II CONGRESSO INTERNACIONAL DE PEDAGOGIA
Sexualidade e Educação para felicidade
(06 e 07 de Novembro de 2009)
http://www.congressos.facfil.eu/
Objectivos
1. Indagar o sentido do discurso e das representações da sexualidade na cultura de hoje.
2. Estimular uma reflexão crítica sobre a relação entre a sexualidade, a educação e a felicidade.
3. Aprofundar os requisitos da educação sexual da juventude.
4. Dinamizar uma reflexão sobre o papel da família e da escola, na educação sexual dos jovens.
5. Perspectivar a sexualidade no horizonte do desenvolvimento pessoal e social integral da pessoa humana, especialmente do educando.
6. Reflectir criticamente o lugar da sexualidade e da educação sexual nos currículos escolares e no interior da família.
Programa
06 de Novembro (Sexta-feira)
| HORAS | ACTIVIDADE | ||||
| 9h00 -9h45 |
| ||||
| 9h45-10h00 | Aula Magna: Sessão de Abertura do Congresso | ||||
| 10h00-11h00 | Conferência Plenária – Aula Magna Presidente: Alfredo Dinis Eduardo Sá Uma ética para o futuro
| ||||
| 11h00-11h30 | Pausa | ||||
| 11h30-12h00 | Sessões Paralelas | ||||
| Aula Magna | Sala: 1.1 | Sala: 1.2 | |||
| Presidente | Presidente | Presidente | |||
J. R. Costa Pinto Sexualidade e Pessoa | Zélia Caçador Anastácio Educar para a sexualidade saudável: quem e que contributos? | Natália Carolina Pita Iniciação sexual e monitorização parental | |||
| 12.oo-12.30 | João Carlos Major Sexoterapia ou reequilíbrio humano? | Margarida Castel-Branco Pílula do dia seguinte: depois das farmácias e para-farmácias, vaiagora para as escolas? | Maria José Brito O corpo (es)cultural da cirurgia plástica | ||
| 12-30-13.00 | Ângela Sá Azevedo Psicologia da Educação: promover a Personalidade…contribuir para a Felicidade | Anabela Figueiredo / Carlos Torres, Fátima Cardoso / e al. Contributos da Escola Superior de Enfermagem de Vila Real / UTAD para a promoção da saúde sexual ao longo do ciclo de vida | Amadeu Gomes Gonçalves Foucault e Camilo: A intencionalidade fenomenológica do amor | ||
| 13h00- 15h00 | Almoço | ||||
| 15h00-16h00 | Conferência Plenária – Aula Magna Presidente: manuel Sumares José Tolentino Mendonça Elementos bíblicos para uma erótica cristã | ||||
| 16h00-16h30 | Pausa | ||||
| 16h30-17h00 | Sessões Paralelas | ||||
| Aula Magna: 1.1 | Sala: 1.2 | Sala: 1.3 | |||
| Presidente | Presidente | Presidente | |||
Carlos Carneiro Castidade - o erotismo em estado puro | Teresa Tomé Ribeiro Educação sexual nas escolas: como agarrar o desafio | Sirlene de Lima Cristófano O Naturalismo Romântico de Rousseau: O modelo ideal de uma pedagogia sexual para o alcance da felicidade | |||
| 17.00 – 17.30 | Mª Amélia Brito O Professor de Filosofia como agente de educação integral para uma vida afectivamente sadia | Cristina Mª Teixeira Educação sexual em meio escolar: o desafio a educar em valores | Paulo Duarte Do Corpo à Carne – Uma visão fenomenológica da Encarnação | ||
| 17h30-18h30 | Conferência Plenária – Aula Magna Presidente: Alfredo Dinis Júlio Machado Vaz Medicina e Sexualidade: da multiplicidade dos discursos à penúria do quotidiano | ||||
| 20h00 | Jantar do Congresso | ||||
07 de Novembro (Sábado)
| HORAS | ACTIVIDADE | ||||
| 9h30-10h30 | Conferência Plenária – Aula Magna Presidente: J. R. da Costa Pinto José Antonio Marina Sexualidade, amor e desejo: um irresolúvel quebra-cabeças? | ||||
| 10h30-11h00 | Pausa | ||||
| 11h00-11h30 | Sessões Paralelas | ||||
| Aula Magna: | Sala: 1.1. | Sala: 1.2 | |||
| Presidente | Presidente | Presidente | |||
Fabrizia Raguso Da generatividade parental à abertura dos jovens para a generatividade | João Vítor / Manuel Rodrigues Contextos da sexualidade adolescente: atitude face à contracepção de emergência | Diana Mª Morais Vinculação, intimidade e sexualidade | |||
| 11h30-12h00 | J. H. Silveira Brito Os valores morais e a educação dos afectos | Domingos Faria Encontro personalizante e sexualidade: uma perspectiva buberiana | Helena de Fátima Castro Escola e Família – parceiros na Educação Sexual: uma abordagem ético-teológica | ||
| 12h00-12h30 | José Manuel Lopes O desejo, esse desconhecido… | Carlos Almeida / Cristina Teixeira Do “Eros” ao “Aghapé”: O amor como vivência máxima da sexualidade | Francisco José Teixeira O sexo e a ontologia do humano | ||
| 12h30-14h30 | Almoço | ||||
| 14h30-15h30 | Conferência Plenária – Aula Magna Presidente: J. H. silveira de Brito Enrique Rojas (Três) Conselhos para viver bem a sexualidade | ||||
| 15h30-16h00 | Sessões Paralelas | ||||
| Aula Magna | Sala: 1.1. | ||||
| Presidente | Presidente | ||||
Judite Zamith Cruz Educação do carácter, no sentido de bem-estar subjectivo: Um programa em relações humanas para crianças e jovens | Maria Manuel Fael Para que sexualidade rime com felicidade | ||||
| 16h00-16h30 | Pausa | ||||
| 16h30-17h30 | Conferência Plenária – Aula Magna Presidente: José Manuel Martins Lopes Nilo Ribeiro Júnior SJ Ética, sexualidade e alteridade: A educação sexual como sabedoria do amor | ||||
| 17h30 | Sessão de Encerramento – Aula Magna | ||||
IIº Congresso de Pedagogia – Sexualidade e Educação para a Felicidade
Universidade Católica Portuguesa
Faculdade de Filosofia
Largo da Faculdade, 1
P-4710-297 Braga
Portugal
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Sábado, 24 de Outubro de 2009
Sobre "Caim"
Frente-a-frente com José Saramago e o padre Carreira das Neves...
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Quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
Introdução ao Pensamento Pós-Secular
O seminário permanente: Introdução ao Pensamento Pós-Secular (Centro de Estudos Filosóficos e Humanísticos - Faculdade de Filosofia da U.C.P.) irá analisar ao longo do ano lectivo de 2009-2010 as obras "Encarnação: Uma Filosofia da Carne" de Michel Henry e "Christ and Culture" de Graham Ward. A participação no seminário está aberta a todos os interessados.
No dia 07-10-2010 haverá uma conferência proferida pelo Prof. Graham Ward (Universidade de Manchester)
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Consultas de Filosofia
"Sentam-se em gabinetes e recebem clientes com dilemas éticos e males existenciais. Os novos conselheiros dizem que é tempo de tirar a Filosofia das escolas e universidades e torná-la útil no dia-a-dia". Cf. Revista Pública.
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Quinta-feira, 8 de Outubro de 2009
A Escola de Braga e a Formação Humanística
Colóquio
A Escola de Braga e a Formação Humanística - Tradição e Inovação
16-17 Outubro 2009
Informações e Inscrições em http://www.facfil.ucp.pt/escolabraga.html
Programa:
16 de Outubro
08:30 - Abertura do Secretariado
09:00 - Abertura do Colóquio
09:30 - Conferências de abertura:
Presidência: Doutora Celeste Natário
Roque Cabral - A matriz inspiradora da Escola de Braga
J. Pinharanda Gomes - A Escola de Braga e os seus antecedentes
11:00 - Intervalo
11:30 - Conferências:
Presidência: Doutor José Gama
Pedro Calafate - A Escola de Braga, no contexto do pensamento filosófico
português contemporâneo
Ricardo Vélez Rodríguez - A Escola de Braga, no contexto do pensamento
luso-brasileiro
13:00 - Almoço
15:00 - Comunicações livres - sessões paralelas
17:00 - Intervalo
17:30 - Conferências:
Presidência: Doutor António Melo
Amadeu Torres - A Escola de Braga e os estudos gramatológicos
e histórico-linguísticos
Margarida Miranda - A Escola de Braga na tradição humanística portuguesa
20:00 - Jantar convívio
17 de Outubro
09:00 - Conferências:
Presidência: Doutora Maria da Conceição Azevedo
Acílio Rocha - A Escola de Braga e os seus mestres em Filosofia
Mário Garcia - A Escola de Braga e os seus mestres em Humanidades
Manuel Cândido Pimentel - J. Bacelar e Oliveira e o neotomismo na Escola
de Braga
11:00 - Intervalo
11:30 - Conferências:
Presidência: Doutor José Meirinhos
Manuel Ferreira Patrício - A Escola de Braga, no contexto do pensamento
pedagógico português contemporâneo
António Braz Teixeira - A Escola de Braga e a renovação filosófica
contemporânea em Portugal
13:00 - Almoço
15:00 - Comunicações livres - sessões paralelas
17:00 - Intervalo
17:30 - Conferência de Encerramento:
Presidência: Doutor Alfredo Dinis
Augusto Hortal - Inovação do ensino humanístico na construção da Europa.
18:30 - Encerramento
COMUNICAÇÕES - Sessões paralelas:
16/10/2009, 6ª-feira, 15.00-17.00 horas:
Sala 1 - Moderador: Doutor Cassiano Reimão
- Manuel Losa, UCP: P. António Freire, S.J.: Um génio no ocaso dos Estudos Clássicos
em Portugal.
- António Melo. UCP: O P. António Freire, S. J.: o humanista e o exímio pedagogo.
- Miguel Gonçalves, UCP: A questão do uso e da norma nas 'Lições de Filologia e
Língua Portuguesa', de A. Freire.
- Carlota Miranda Urbano, UC: O P. Bartolomeu Pereira SJ, mestre de Artes e Reitor do Colégio de S. Paulo em Braga.
Sala 2 - Moderador: Dr. Carlos Morais
- José Henrique Silveira de Brito, UCP: Das Éticas Especiais às Éticas Aplicadas.
- José Rui da Costa Pinto, UCP: Reflexões sobre a "analogia entis".
- António Ângelo Mendes, UCP: "Causalidade dutiva, produtiva e indutiva" - esboço de uma filosofia realista da causação.
- Miguel Real, CLEPUL: O pensamento de José Enes.
Sala 3 - Moderador: Doutora Ana Paula Pedro
- Alfredo Antunes, UFPE-Recife: Desamparo e complexo da Grande-Mãe, em
Fernando Pessoa.
- João Amadeu Carvalho da Silva, UCP: A solidão e o desenraizamento humano em
"Seta Despedida" de Maria Judite de Carvalho.
- Paulo Santos e Ana Paula Pedro, UA: A relação como corpo ou o corpo como relação:a experiência estética e sensível do e no corpo segundo Mikel Dufrenne.
- Cristina Caldeira, Évora: O Desenvolvimento Humano a partir do diálogo permanente
com o mundo, num espaço viciado pela dimensão técnica.
17/10/2009, sábado, 15.00-17.00 horas:
Sala 1 - Moderador: Doutor Manuel Cândido Pimentel
- Maria da Conceição Azevedo, UTAD: Dialéctica Vida-Morte na obra de Júlio Fragata.
- Cristiana Soveral Paszkiewicz, UTAD: Alguns aspectos do pensamento filosófico de
Diamantino Martins.
- Manuel Guedes Miranda, UCP: Escola de Braga e metafísica: Cassiano dos Santos
Abranches.
- Ramiro Meneses, Doutorando UCP: No Tempo e para além do Tempo, uma docência
mítica: Vitorino Sousa Alves.
Sala 2 - Moderador: Doutor José Henrique Silveira de Brito
- Cassiano Reimão, ULusíada: A Escola de Braga, uma antecipação da Universidade do futuro.
- Helena Catalão, Doutoranda UCP: A Filosofia e a Universidade Sem Condição, a
partir de Jacques Derrida.
- Lucília Pires e Ana Paula Pedro, UA: Representações Sociais de Valores dos
Estudantes Universitários em Portugal.
- Rui Sampaio Silva, UAçores: A ideia humanista de formação.
Sala 3 - Moderador: Doutor António Braz Teixeira
- José Cândido Martins, UCP: Manuel Simões, S.J., e o relevante contributo para os
estudos camilianos
- Amadeu Gonçalves, APEFP: Manuel Simões, o mestre inesquecível.
- José Gama, UCP: O medievalista A. Soares Pinheiro e a "verdadeira filosofia".
- Renato Epifânio, UL: António Dias de Magalhães, um metafísico da saudade.
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