12/02/2016

Avaliação do argumento de Plantinga contra o naturalismo


No novo número da Princípios - Revista de Filosofia (ver aqui), dedicado à filosofia analítica, foi publicado um artigo meu com uma avaliação do argumento de Plantinga contra o naturalismo. Este artigo, que pode ser lido aqui, começa desta forma:
O naturalismo metafísico é a perspetiva de que não há uma pessoa como o Deus da religião teísta, nem algo semelhante a Deus. Mas será racional aceitar o naturalismo metafísico? Alvin Plantinga concebeu um argumento que procura mostrar que esta perspetiva naturalista, em conjunção com a teoria da evolução, é inconsistente e auto-refutante; assim, é irracional aceitar o naturalismo. Uma vez que as primeiras versões deste argumento (cf.Plantinga 1991; 1993; 2000) suscitaram fortes objeções (cf. Beilby 2002), Plantinga voltou a formular recentemente o seu argumento (cf. Plantinga 2008; 2011; 2012) de modo a ultrapassar essas refutações. Neste artigo tenho como objetivo examinar criticamente se esta última formulação do argumento contra o naturalismo é procedente. Para concretizar esse objetivo começarei por expor a última versão do argumento de Plantinga na primeira secção deste texto. Após essa exposição, na segunda secção formularei e discutirei algumas objeções desafiantes para esta última versão do argumento. Com isto vou procurar mostrar que a principal premissa do argumento de Plantinga, a premissa (1), parece ser falsa.
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