08/04/2014

Será que, como defendem os epicuristas, estar morto não é um mal para quem morre?




Na Fundamento: Revista de Pesquisa em Filosofia foi publicado um artigo meu com o título "Será que, como defendem os epicuristas, estar morto não é um mal para quem morre?". O resumo deste artigo é o seguinte:
Os epicuristas argumentam que a morte não nos diz respeito. Porém, será esse argumento sólido? Neste artigo, vou examinar uma versão do argumento epicurista (a versão de Rosenbaum), que tenta mostrar que a morte não é má para nós. Vou apresentar alguns contraexemplos, tentando argumentar que o argumento epicurista não é sólido. Além disso, penso que existem boas razões para se aceitar a perspetiva da privação, de acordo com a qual a morte pode ser um mal para quem morre.
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