14/05/2012

Qual o sentido da vida se, afinal, estamos condenados ao nada, à morte, à impermanência?



“Ele morrerá e eu morrerei.
Ele deixará a tabuleta, e eu deixarei versos.
A certa altura morrerá a tabuleta também, e os versos também.
Depois de certa altura morrerá a rua onde esteve a tabuleta, 
E a língua em que foram escritos os versos.
 Morrerá depois o planeta girante em que tudo isto se deu”.
(Álvaro de Campos, Tabacaria)

 Que sentido pode ter a nossa vida se, afinal, estamos condenados ao nada, à morte e à impermanência?

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